Instalando o Songbird no ubuntu

screen-songbird
Primeiramente, antes de lhes mostrar como instalar o Songbirg, tenho que falar sobre o projeto getdeb. O Getdeb, é um projeto criado para prover as últimas atualizações dos melhores aplicativos para os sistemas que ubuntu. Recentemente sofreram uma alteração na forma como serviam os programas; antes serviam vários arquivos .deb, e agora viraram um repositório de vez.
Para instalar o songbird, primeirmente, temos que adicionar o repositório do getdeb em nossos arquivos de configuração e sua chave.

Vamos nos logar como super usuário

sudo -s

Adicionando o repositório extra

echo "deb http://archive.getdeb.net/ubuntu karmic-getdeb apps"  > /etc/apt/sources.list.d/getdeb.list

Adicionando a chave pública

wget -q -O- http://archive.getdeb.net/getdeb-archive.key | sudo apt-key add -

Renovando a lista de pacotes

apt-get update

E agora, vamos adicionar o programa.

aptitude install songbird

OBS: Do lado direto, há a letra da música, é um plugin, LiricMaster.
OBS2: O converflow, também é um plugin, chamado MediaFlow
OBS3: No coverflow, a imagem de álbum é de uma banda coreana chamada Big Bang

Habilitando USB no VirtualBox – Ubuntu 9.10

Até a escrita deste post o VirtualBox estava na versão 3.0.10, a mesma versão usada na máquina. Para habilitar as portas USB na máquina, primeiro, precisamos descobrir o ID(GID) do grupo vboxusers. Para isso usaremos o comando grep, pra facilitar as coisas, vamos nos logar como o usuário root.

sudo -s
grep vboxusers /etc/group

No meu caso, o resultado do comando, deu nisso:

vboxusers:x:122:

Precisamos fazer também uma modificação nesse arquivo, adicione o seu usuário no grupo vboxusers, para isso digite o seguinte

vim /etc/group

Procure a linha do grupo e adicione seu usário. Em meu caso, a linha ficou assim

vboxusers:x:122:fabioluciano

O número nesta linha(122), indica o GID. Ele será necessário para fazermos uma modificação no arquivo /etc/fstab. Abra o Arquivo fstab e no final do arquivo, adicione a linha abaixo, subsituindo o [gid], pelo número do GID do grupo vboxusers.

none /proc/bus/usb usbfs devgid=[gid],devmode=664 0 0

Renicie o computador e sua máquina virtual estará com as portas usb liberadas.

Habilitando as portas USB no VirtualBox 3.0.2

Esse post é uma citação, da única forma que funcionou eficientemente no ubuntu 9.04. Fiz uma modificação. No post original, o amigo usa o editor pico, pra facilitar a edição, usarei o gedit.

sudo gedit /etc/fstab

Adicione a seguinte linha ao fim do arquivo:

none /proc/bus/usb usbfs devgid=46,devmode=664 0 0

Agora, vamos montar todos os sistemas de arquivo

mount -a

Instalando o Google Chrome no ubuntu

Primeiramente, adicione iremos adicionar uma nova entrada ao nosso source.list, com o comando abaixo, abra o arquivo

sudo gedit /etc/apt/sources.list

Adicione a seguinte entrada ao final do arquivo, salve-o e feche:

deb http://dl.google.com/linux/deb/ stable non-free main

Logo após, rode o comando a seguir:

wget -q https://dl-ssl.google.com/linux/linux_signing_key.pub -O- | sudo apt-key add - 
sudo apt-get update 
 sudo apt-get install google-chrome

Pronto, agora há o navegador do google instalado em sua estação

Instalando o PHP5.3 no ubuntu 9.04

Primeiramente, devemos editar nosso sources.list

sudo gedit /etc/apt/sources.list

Adicione as seguintes linhas, ao final do arquivo

deb http://php53.dotdeb.org stable all
deb-src http://php53.dotdeb.org stable all

Agora, vamos fazer um update, e logo em seguida, instalar os pacotes necessários para ter uma estação LAMP

sudo apt-get update && sudo apt-get install apache2 php5-mysql libapache2-mod-php5 mysql-server

Agora você tem uma estação LAMP rodando, pode desfrutar todas as novidades do PHP5.3

Instalando o Eclipse PDT Galileo no ubuntu

sudo -s
cd /tmp
wget http://eclipse.c3sl.ufpr.br/technology/epp/downloads/release/galileo/R/eclipse-php-galileo-linux-gtk-x86_64.tar.gz

Agora que temos o arquivo, vamos descompactá-lo, e mover para o seu destino final

tar -zxvf eclipse-php-galileo-linux-gtk-x86_64.tar.gz
mv eclipse /opt/

Agora você precisa criar uma entrada no menu, apontando para /opt/eclipse/eclipse. E pronto, sua instalação foi feita

Instalando o java no ubuntu 64bit

Os procedimentos à seguir, instalam a versão 6u14 do Java JRE, necessário para aplicativos que usam Java. Para o início, transcreva o seguinte no terminal

sudo -s
cd /tmp
wget http://javadl.sun.com/webapps/download/AutoDL?BundleId=31615 --output-document=jre.bin
sudo sh ./jre.bin

Nesse momento, há um contrato que deve ser aceito, para percorrer o documento do contrato, pressione e segure enter, até que a ação de aceitar ou negar apareça. Obviamente, digite yes.

Nesse momento, estamos movendo a biblioteca para seu local de destino final.

mkdir /opt/java/
mv jre1.6.0_14/* /opt/java

Agora vamos setar nossa instalação como o padrão do sistema

sudo update-alternatives --install "/usr/bin/java" "java" "/opt/java/bin/java" 1
sudo update-alternatives --set java /opt/java/bin/java

Uma mensagem como a abaixo, deverá aparecer

Using '/opt/java/bin/java' to provide 'java'.

Agora que temos nossa java instalado, vamos linkar o plugin para o firefox

 ln -s /opt/java/lib/amd64/libnpjp2.so /usr/lib/mozilla/plugins/

Pronto, a instalação foi feita, para saber se o firefox já está usando a biblioteca, digite no browser

about:plugins

Na listagem de plugins, deverá haver o seguinte:

Instalando o Flash Player 10 no ubuntu 64bit

[update] Agora utiliza-se a nova versão do flash – 10.0.42.34
Abra o terminal e digite o transcreva o seguinte:

sudo -s
cd /tmp
wget http://download.macromedia.com/pub/labs/flashplayer10/libflashplayer-10.0.42.34.linux-x86_64.so.tar.gz
tar -zxvf libflashplayer-10.0.42.34.linux-x86_64.so.tar.gz

Agora, que temos a biblioteca, temos que alocá-la. Transcreva o seguinte no terminal

mkdir /opt/flash
mv libflashplayer.so /opt/flash

Vamos expurgar qualquer menção de outras bibliotecas que simulem o flash

sudo apt-get purge flashplugin-nonfree flashplugin-installer nspluginwrapper

Alocada, vamos linkar para que o mozilla encontre a biblioteca

ln -s /opt/flash/libflashplayer.so /usr/lib/mozilla/plugins/libflashplayer.so

Pronto, a instalação foi feita, para saber se o firefox já está usando a biblioteca, digite no browser

about:plugins

Na listagem de plugins, deverá haver o seguinte:

Programadores Ruby são EMO

Ok ok… Andei, nos últimos seis meses estudando ruby, e consequentemente caindo no RoR. Meu material para estudo foi a própria documentação do Ruby.

Nesse período muitos materiais bons passaram pela tela do notebook, mas teve um, em especial que me deixou mal. Sério, isso nunca tinha acontecido antes.

Conheci o Why’s Poingnant Guide to Ruby. É o guia mais emo e maluco de todos, a didática é ótima, isso não dá pra negar, mas é estranho. Logo no início do guia temos o seguinte paragrafo:

I’ll be straight with you. I want you to cry. To weep. To whimper sweetly. This book is a poignant guide to Ruby. That means code so beautiful that tears are shed. That means gallant tales and somber truths that have you waking up the next morning in the arms of this book. Hugging it tightly to you all the day long. If necessary, fashion a makeshift hip holster for Why’s (Poignant) Guide to Ruby, so you can always have this book’s tender companionship.

Não sei vocês, mas isso me assusta muito. Chorar? Como assim! hehehe

Pra quem não entendeu ou não estiver querendo traduzir, temos a versão em português: http://why.nomedojogo.com

Os programadores de RoR que me perdoem, mas nunca ví um programador PHP ou qualquer outro se expressar assim. Vejam só, e essa conclusão não é apenas pelo guia. Alguém aqui já viu a foto da RailsConf postadas no blog do mod_rails(phussion passenger)? Isso definitivamente não é estilo:

Tirem suas próprias conclusões.

Evento W3C: Os padrões web e seus impactos no futuro do governo eletrônico – Parte 1

w3c logo

Este post comecei por meu e-mail no dia 08 de outubro, por que este blog estava com problemas e eu nem sabia, pois estes dias está uma correria danada e nem me dei o luxo de abrir nada relacionado a minha vida pessoal. Ele está dividido em duas partes, essa é a primeira.
Fiquei sabendo, por intermédio da lista de discussão PHP-DF, que participo, que haveria um evento do escritório da W3C aqui em Brasília, e o melhor, do lado do lugar onde trabalho.
O evento era importante, afinal, era a primeira coletiva do escritório brasileiro da W3C. E eu nem pensava na possibilidade de perder, pedi ao meu chefe, e solidariamente me autorizou a ir.
Tinha entrado no site pra conferir a programação e vi dois nomes que me chamaram atenção: Marco Antônio de Queiroz(MAQ – Bengala Legal) e Thiago Bacchin(SEMBRasil). O primeiro pela minha busca de igualdade na web, e o esforço em propagar os direitos de pessoas com deficiências. O segundo, pela admiração do trabalho de pessoas que trabalham com SEM e SEO.

Fiz minha inscrição, no outro dia recebi um e-mail confirmando-a. Então, era só esperar até o dia 8 de outubro. Nem tinha me atentado ao tema abordado no evento, para mim o evento associado à W3C já bastava, então entrei no site e ví: Os padrões web e seus impactos no futuro do governo eletrônico. Logo pensei que seria mas um daqueles eventos onde vinham pessoas do “terceiro setor” falar sobre inclusão digital pras massas e aquela conversa xuxu.

Mas resolvi ir. Tudo foi muito tranqüilo no dia. Sai do trabalho 13:30( começava às 14:00), 13:40 ja estava lá. Fiz o credenciamento, ganhe uma pastinha com muitos plafletos(Aí que fui saber que o CGI, também, estaria dando contribuição com o evento. Grande parte dos panfletos era do CGI), e dois CD’s. Um do CGI.BR e outro do Governo Eletrônico. Eles se atrapalharam um pouco e o evento acabou começando as 14:30… Greve dos bancários, uma zona infernal lá fora. Musica, fogos de artifício e “A Corneta”.

Vagner Diniz, gerente geral do escritório brasileiro da W3C, começou apresentado a equipe formadora da mesa. Clarice Coppetti, Marcos Vinicius Mazoni, Rogério Santanna dos Santos e Hartmut Glaser.

Claro que quem começou a falar foi Clarisse Coppetti, vice-presidente de tecnologia da informação da Caixa Econômica Federal, aliás, o evento aconteceu no Teatro da Caixa aqui em Brasília mesmo, atrás do Banco Central. Essa parte do evento foi meio chata. A Clarisse falou como funcionava a parte de desenvolvimento do sitio da caixa, também de como sua equipe usa os padrões web pra conseguir manter um dos sitios mais acessados do Brasil. Tem uma coisa me chamou a atenção nas coisas que disse. Falou que nem sempre, pelos prazos apertados, pode-se colocar os padrões web em prática. a na mesma hora me veio a cabeça, mas os padrões web, quando aplicados da maneira correta não vem para tornar a vida na web, tanto para os desenvolvedores, quanto para os usuários(acessibilidade e interoperabilidade), mais fácil? Bola fora Clarisse Coppetti.

Agora eu não lembro quem falou em seguida, se foi o presidente do SERPRO ou se foi o representante do CGI. Lembro que o do SERPRO(Marcos Vinicius Mazoni) falou a mesma coisa que a Clarisse Coppetti, mas sem a bola fora.

O representante da CGI, Hartmut Glaser, deu uma pequena aula de como a internet surgiu no Brasil, mostrando gráficos e mais gráficos sobre a nossa posição no ranking mundial em relação a acessos a internet.

Então veio a parte mais sem noção da palestra, começou então a falar “alguém” do Ministério do planejamento, em teoria, e o que a programação dizia era que Rogério Santanna dos Santos, do Ministéro do Planejamento, ocuparia a bancada. Foi o papo mais chato que já vi na vida. E quando terminou de falar, anunciou que estava alí para reparar um furo que o real convidado tinha dado. E você acha mesmo que lembro o nome do tal que deu a palestra?

Vagner Diniz, para encerrar a primeira parte o evento, mostrou um vídeo onde uma cidade do interior era completamente conectada. Tecnologias de auto nível eram apresentadas: RFID, Wireless, Wifi… Justificando o vídeo, o palestrante falou sobre o real propósito do W3C para o mundo: Tornar tecnologias acessíveis e interoperáveis, tudo isso usando padrões web, padrões open source. Mostrou como a W3C e o CGi.br estão trabalhando para que a internet brasileira evolua para o próximo degrau.

Coffe Break. Morto de fome, querendo aumentar(senão, criar) meu networking, comecei a falar com algumas pessoas, quando ví, estava do lado de fora do teatro, comelança a gogô rolando do lado de dentro, e eu conversando com um desenvolvedor das forças armadas sobre o impacto do cigarro no mundo de TI. Quase morrí de sorrir quando ele disse que em outros tempos os palestrantes fumariam dentro do teatro passando suas informações. E pra dar charme tomariam Whiski entre um tema e outro. Mundo mudado.